O que é o direito de construir e seus limites legais

Se você atua no mercado imobiliário, seja como investidor, corretor ou proprietário, já deve ter ouvido que “o dono faz o que quer no seu terreno”. Na prática, a realidade é bem diferente. O direito de construir é a prerrogativa que o proprietário tem de levantar benfeitorias em seu imóvel, mas ele não é absoluto. Neste artigo, vamos entender como esse direito funciona e quais são as travas legais que você precisa conhecer. O que fundamenta o direito de construir? O direito de construir está previsto no Código Civil Brasileiro e na Constituição Federal. Ele garante que o proprietário possa edificar em seu solo, desde que respeite os direitos de vizinhança e os regulamentos administrativos. O conceito central aqui é a função social da propriedade. Isso significa que uma construção não pode prejudicar a coletividade, o meio ambiente ou o bem-estar dos vizinhos. Quais são os principais limites legais? Para evitar multas ou até o embargo de obras, é preciso estar atento a três pilares:

1. Plano Diretor e Leis Municipais: Cada cidade possui suas próprias regras sobre o que pode ser construído em cada bairro. Isso inclui o coeficiente de aproveitamento (o quanto você pode construir em relação ao tamanho do terreno), o recuo obrigatório e a altura máxima do prédio.

2. Direito de Vizinhança: Você não pode abrir janelas a menos de um metro e meio da divisa do terreno vizinho, nem despejar águas pluviais diretamente no lote ao lado. O sossego, a segurança e a saúde dos vizinhos devem ser preservados. https://www.remax.com.br/aluguel-de-chacara-df/

3. Normas Ambientais: Construções em Áreas de Preservação Permanente (APP) ou que causem impacto ambiental significativo exigem licenciamentos específicos e podem ser proibidas. Por que o profissional imobiliário deve dominar o assunto? Para o corretor de imóveis, entender esses limites é um diferencial competitivo.

Ao vender um terreno, informar ao cliente exatamente o que ele pode construir ali evita frustrações e processos judiciais futuros. Para o investidor, o conhecimento técnico garante a viabilidade do projeto. Ignorar os limites legais pode transformar um excelente investimento em um “mico” imobiliário, com obras paradas e prejuízos financeiros. Dica de ouro: Antes de qualquer projeto ou transação, consulte sempre a Certidão de Diretrizes na prefeitura local. Ela é o mapa que define o que a lei permite para aquele imóvel específico.

O paradoxo do aluguel: quando a flexibilidade geográfica esbarra no custo de oportunidade do patrimônio

A cada dia 5, Ricardo sentia uma pontada familiar ao abrir o aplicativo do banco. O valor transferido para a conta da imobiliária era alto, condizente com o apartamento de design industrial e janelas do chão ao teto em um dos bairros mais pulsantes da cidade. Ele sempre defendeu a tese de que “ser dono é uma âncora”, vangloriando-se da liberdade de poder entregar as chaves e se mudar para Berlim ou para a praia em trinta dias. Mas, ao completar 38 anos, o silêncio do apartamento começou a sussurrar uma pergunta incômoda: quanto daquela liberdade era, na verdade, uma erosão silenciosa de seu futuro financeiro? O paradoxo do aluguel reside exatamente nessa fronteira tênue entre a mobilidade e o patrimônio. Por um lado, o mercado de locação oferece a conveniência de viver em localizações que, para compra, exigiriam uma entrada para imóvel proibitiva ou um comprometimento de renda que assusta os mais cautelosos. Por outro, existe o conceito técnico que muitos ignoram até que seja tarde: o custo de oportunidade. A conta que o boleto não mostra Enquanto Ricardo pagava pelo usufruto do espaço, o proprietário do imóvel colhia dois frutos distintos. O primeiro era o óbvio rendimento do aluguel. O segundo, e mais potente, era a valorização imobiliária. Em cinco anos, o bairro passou por um processo de urbanização acelerada, com novos cafés, uma estação de metrô próxima e segurança reforçada. O imóvel que valia R$ 800 mil na assinatura do contrato agora beirava os R$ 1,2 milhão.

 

Nesse cenário, a flexibilidade de Ricardo custou a ele R$ 400 mil em patrimônio não realizado, além do valor das parcelas que, se tivessem sido destinadas a um financiamento imobiliário, teriam amortizado uma dívida e construído equidade. Muitos investidores iniciantes acreditam que manter o dinheiro em aplicações financeiras de liquidez diária compensa o gasto com aluguel. No entanto, a análise técnica profunda revela que o mercado imobiliário possui uma característica única: a alavancagem. Ao comprar um lançamento imobiliário, por exemplo, você trava o preço de hoje e ganha sobre a valorização do valor total do bem, mesmo tendo desembolsado apenas uma fração dele como sinal. O ponto de inflexão: quando a estratégia muda A conversa que mudou a perspectiva de Ricardo não veio de um livro de finanças, mas de um corretor de imóveis experiente que encontrou por acaso. “Ricardo,” disse ele, “a liberdade geográfica é fantástica até o momento em que você percebe que está pagando a liberdade de outra pessoa.”

O planejamento para a compra de um imóvel não precisa significar o fim das viagens ou da carreira internacional. Pelo contrário, o investimento imobiliário estratégico pode se tornar a base que financia essa mobilidade. Algumas táticas que o mercado utiliza para resolver esse paradoxo incluem: Compra para renda: Adquirir um imóvel com alto potencial de revenda ou locação em um bairro em ascensão, usando o aluguel recebido para cobrir a própria moradia em outro lugar. Reforma para valorização: Comprar unidades usadas, aplicar técnicas de home staging e reformas pontuais para elevar o valor de mercado e o potencial de aluguel. Imóveis na planta: Aproveitar o ciclo de construção para capturar a valorização entre o lançamento e a entrega das chaves. www.remax.com.br/apartamento-a-venda-em-lago-norte-brasilia/

O mito da planta perfeita: O que os catálogos de lançamentos não revelam sobre o cotidiano

Você já entrou em um apartamento decorado de um grande lançamento e sentiu que, por um instante, sua vida caberia perfeitamente naquelas prateleiras milimetricamente organizadas? O cheiro de café fresco, a iluminação indireta e o silêncio absoluto criam uma hipnose coletiva. Mas, quando a chave vira na fechadura do imóvel vazio, a realidade costuma ser menos glamourosa. A verdade incômoda que muitos corretores de imóveis evitam dizer é que os catálogos são projetados para vender um estilo de vida, não necessariamente para abrigar a sua rotina. O primeiro grande “truque” do mercado imobiliário nos apartamentos na planta é a escala dos móveis. No jargão técnico, chamamos isso de mobiliário reduzido. Aquela cama de casal no decorado pode ter 10 ou 15 centímetros a menos do que o padrão de mercado.

As mesas de cabeceira são mínimas. O resultado? O quarto parece espaçoso na visita, mas, quando você tenta instalar sua cama queen size real, o espaço de circulação desaparece. Outro ponto que o render 3D ignora solenemente é a logística do caos doméstico. Onde fica o varal? Onde você guarda a tábua de passar, o aspirador de pó ou aquela mala de viagem que só sai do armário uma vez por ano? A tendência de plantas “integradas” e “compactas” prioriza a estética da área social, mas muitas vezes sacrifica a funcionalidade da área de serviço. Já vi investidores comprarem unidades excelentes para locação que, no dia a dia, se tornaram um pesadelo para os inquilinos porque não havia um metro quadrado sequer para esconder um balde.

A armadilha da integração total A moda do open concept ou conceito aberto vende a ideia de amplitude e convivência. É lindo no catálogo ver o chef interagindo com os convidados enquanto prepara o jantar. Na prática, se o sistema de exaustão não for de alta performance — algo raramente detalhado em fôlderes de vendas — o cheiro da fritura do almoço passará a tarde inteira impregnado nas cortinas da sala e no sofá de linho. Além disso, a integração total exige um nível de organização quase neurótico. Se a pia da cozinha estiver cheia de louça, sua sala de visitas também estará. Para quem trabalha em home office, a falta de barreiras físicas e acústicas pode transformar a produtividade em frustração. É aqui que entra a importância de uma avaliação de imóveis criteriosa, que vá além da estética e analise a viabilidade técnica da planta para o seu perfil específico. O que observar antes de assinar o contrato Se você está planejando a compra de imóveis, especialmente o primeiro imóvel, precisa aprender a ler o Memorial Descritivo com a mesma atenção que lê o preço.

É ali que o “ouro” está escondido. Pontos elétricos e hidráulicos: O catálogo mostra uma ilha de cozinha moderna, mas o projeto prevê encanamento para isso? Posição solar: Um apartamento voltado para o sul pode ser lindo na foto, mas será frio e propenso a mofo no inverno do Sul ou Sudeste do Brasil. A localização e valorização imobiliária andam de mãos dadas com o conforto térmico. Espessura das lajes e paredes: O isolamento acústico é o maior luxo da vida moderna. Pergunte sobre a especificação técnica dos materiais. Lembro de um cliente que estava encantado com um lançamento imobiliário de alto padrão. A planta era arrojada, com muito vidro. Ao analisarmos tecnicamente, percebemos que a incidência solar da tarde transformaria a sala em uma estufa, exigindo um gasto astronômico com ar-condicionado. www.remax.com.br/kitnet-mobiliada-para-alugar-brasilia/

Microagulhamento robótico: A união de agulhas e radiofrequência contra a flacidez

Você já parou diante de um espelho lateral, sob aquela luz impiedosa de um provador de loja, e percebeu que o contorno do seu rosto parece ter “derretido” apenas alguns milímetros? Não é uma ruga profunda, nem uma mancha nova; é aquela perda sutil de sustentação que faz a mandíbula perder a definição e o pescoço denunciar o passar das estações. Por anos, a estética tentou resolver isso com cremes milagrosos ou agulhas manuais que, convenhamos, entregavam resultados tão discretos quanto a dor que causavam. Mas a tecnologia parou de tentar apenas “remediar” a superfície. O microagulhamento robótico não é apenas uma evolução do antigo “dermaroller”; é um salto para dentro da derme profunda, onde a mágica da regeneração realmente acontece. A precisão que o toque humano, sozinho, não alcança Imagine uma orquestra onde cada músico entra no tempo exato, com a pressão perfeita. É assim que as ponteiras de ouro do microagulhamento robótico operam. Diferente do método manual, onde a pressão da mão do profissional pode variar, aqui as agulhas entram em uma profundidade controlada eletronicamente — de 0,5mm a 3,5mm — disparando energia de radiofrequência apenas quando atingem o alvo. Lembro-me da Clarice, uma paciente de 52 anos que chegou à clínica com uma queixa comum: “Não quero parecer que fiz plástica, só quero que meu rosto pareça pertencer ao meu corpo de novo”. Ela já era adepta do Botox para as linhas de expressão e fazia sessões anuais de Ultraformer para manter o colágeno em dia, mas a textura da pele e a flacidez fina ao redor da boca ainda a incomodavam. Para a Clarice, o microagulhamento robótico foi o divisor de águas. Ao contrário do laser fracionado, que muitas vezes agride a epiderme (a camada externa) e exige um tempo de recuperação longo, a radiofrequência microagulhada preserva a superfície. O calor é entregue lá embaixo, “cozinhando” as fibras de colágeno antigas para que novas, muito mais firmes, surjam em seu lugar. O que acontece no “backstage” da sua pele? Para entender por que essa técnica se tornou o padrão ouro em consultórios de alta performance, precisamos olhar para os pilares da sua ação: Estímulo Mecânico: As microagulhas criam canais de comunicação. A pele entende isso como um pequeno trauma e envia imediatamente um exército de células de reparação para a área. Efeito Térmico Próximo ao Alvo: A radiofrequência é liberada apenas na ponta das agulhas. Isso gera uma zona de coagulação térmica profunda, retraindo as fibras elásticas instantaneamente. Drug Delivery Real: Com os canais abertos pela precisão robótica, conseguimos infundir ativos como ácido hialurônico de baixo peso molecular ou clareadores diretamente onde eles precisam estar. O resultado não é imediato como um preenchimento facial, e é aí que reside a beleza do processo.

A pele leva cerca de 21 a 28 dias para completar seu ciclo de renovação. É um rejuvenescimento que vem de dentro para fora, respeitando a fisiologia do corpo. A sinergia no consultório Trabalhar com estética de alto nível exige entender que nenhum tratamento é uma ilha. O microagulhamento robótico brilha quando inserido em um plano de gerenciamento do envelhecimento. Enquanto a depilação a laser cuida da praticidade e o Botox da dinâmica muscular, o microagulhamento robótico cuida da “tela” — a qualidade e a firmeza da pele. Muitas vezes, intercalamos as sessões com bioestimuladores de colágeno injetáveis. Enquanto o injetável cria o suporte estrutural, a radiofrequência robótica faz o refinamento da superfície, tratando poros abertos, cicatrizes de acne e aquela flacidez que insiste em aparecer no colo e no pescoço. No final das contas, o que buscamos não é parar o tempo — isso é impossível e, francamente, um pouco sem graça. O objetivo é envelhecer com uma dignidade vibrante.

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Financiando o amanhã: um olhar transparente sobre bolsas e crédito estudantil

A distância entre a aprovação na lista de chamadas e a assinatura da matrícula costuma ser medida por uma variável implacável: a viabilidade financeira. No ecossistema do ensino superior brasileiro, essa lacuna é preenchida por uma engenharia complexa de políticas públicas e produtos financeiros que, se mal compreendidos, podem transformar o sonho da graduação em um passivo de longo prazo difícil de equacionar. Entender a mecânica por trás de bolsas e financiamentos exige uma análise que vai além do valor da mensalidade. Estamos falando de alavancagem individual. Quando um estudante opta pelo FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), ele não está apenas “pegando um empréstimo”, mas aderindo a um modelo de financiamento público que utiliza um Fundo Garantidor para mitigar o risco de inadimplência. Tecnicamente, a grande vantagem do FIES — especialmente na modalidade com juros zero para certas faixas de renda — é o subsídio implícito. O governo assume o custo de oportunidade do capital, permitindo que o aluno pague o curso apenas após a formação, com parcelas vinculadas à sua renda futura. Por outro lado, o ProUni (Programa Universidade para Todos) opera sob uma lógica de renúncia fiscal. As instituições privadas de ensino superior (IES) recebem isenções de tributos como IRPJ e CSLL em troca da oferta de bolsas integrais e parciais. Para o aluno, é o cenário de maior eficiência financeira, pois o Retorno sobre o Investimento (ROI) da graduação torna-se exponencial, dado que o custo direto é nulo ou reduzido a 50%. O cenário real: A matemática da sobrevivência acadêmica Imagine a situação de Lucas, um estudante de Engenharia Civil em uma capital brasileira. Com uma bolsa de 50% via ProUni, ele ainda precisa arcar com R$ 800,00 mensais. Sem fluxo de caixa imediato, Lucas recorre ao crédito estudantil privado. Aqui, a análise técnica é vital: muitos desses contratos utilizam juros compostos que podem parecer baixos mensalmente (ex: 1,5% ao mês), mas que, ao longo de cinco anos de curso, geram um montante devedor severo devido ao efeito do tempo sobre o principal. Diferente do FIES, o crédito privado raramente oferece períodos de carência estendidos.

O risco é o “descasamento de prazos”: o aluno começa a pagar o grosso da dívida antes mesmo de estar posicionado no mercado de trabalho em cargos de nível pleno. Para navegar nesse mar de números, o estudante deve considerar: Custo Efetivo Total (CET): Não olhe apenas para a taxa de juros nominal. O CET inclui seguros, taxas administrativas e IOF. Editais de Iniciação Científica e Extensão: Muitas universidades oferecem bolsas de pesquisa (como PIBIC/CNPq) que, embora tenham valores modestos, auxiliam na manutenção básica e enriquecem o currículo acadêmico. Programas de Monitoria: Uma forma técnica de abater mensalidades através da prestação de serviços acadêmicos à própria faculdade. Além dos mecanismos tradicionais, o mercado viu o surgimento de fintechs especializadas em educação. Elas utilizam modelos de credit scoring diferenciados, muitas vezes avaliando o potencial de empregabilidade do curso e da instituição, e não apenas o histórico de crédito do garantidor. É uma abordagem mais próxima do venture capital: a financeira investe no potencial de geração de renda futura do indivíduo.

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Como vender imóveis compactos com foco em funcionalidade

Como vender imóveis compactos com foco em funcionalidade
O mercado imobiliário mudou. Com o crescimento das grandes cidades, os imóveis compactos
— como studios e apartamentos de um dormitório — tornaram-se a escolha principal de jovens
profissionais, estudantes e investidores. No entanto, para vender essas unidades, o corretor
precisa mudar o foco: não se vende metragem, vende-se inteligência espacial.
Confira estratégias essenciais para destacar a funcionalidade e fechar negócio:
1. Destaque o aproveitamento de cada metro quadrado
Em um imóvel compacto, nenhum canto pode ser desperdiçado. Ao apresentar o imóvel, foque
em como a planta foi projetada para otimizar o fluxo. Mencione a possibilidade de móveis
planejados, nichos embutidos e ambientes integrados que dão a sensação de amplitude. O
cliente precisa visualizar que “viver bem” não depende de espaço sobrando, mas de espaço
bem utilizado.
2. Use o Home Staging como aliado
A percepção visual é tudo. Se o imóvel estiver vazio, é mais difícil para o comprador entender
como os móveis caberão ali. Utilize técnicas de home staging ou apresente projetos 3D que
mostrem móveis multifuncionais (como sofás-cama ou bancadas que viram escritório). Cores
claras e espelhos bem posicionados nas fotos de divulgação também ajudam a ampliar o
ambiente e atrair mais leads.
3. Venda o prédio como uma extensão da casa
Para quem mora em um compacto, as áreas comuns são fundamentais. O salão de festas é a
sala de jantar para convidados; o coworking é o escritório; a lavanderia coletiva poupa espaço
dentro da unidade. Venda o condomínio como parte do estilo de vida do morador. Se o prédio
oferece praticidade, o tamanho do apartamento torna-se um detalhe secundário.

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4. Foco na localização e praticidade
Imóveis compactos geralmente estão em eixos de transporte e centros comerciais. O
argumento de venda deve ser a economia de tempo. Mostre que morar ali significa estar perto
de tudo, reduzindo o tempo no trânsito e facilitando a rotina.
Conclusão:
Vender imóveis compactos exige sensibilidade para entender as necessidades de quem busca
praticidade. Quando você foca na funcionalidade e na inteligência do projeto, o valor agregado
supera qualquer limitação de espaço.

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Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
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Mantenha-se hidratado! Beba bastante água durante seu acampamento

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Prepare alguns alimentos com antecedência: remova embalagens desnecessárias para reduzir o lixo; corte o que puder na sua cozinha para diminuir o tempo de preparo no acampamento e considere até mesmo preparar refeições completas em casa para simplesmente reaquecê-las no local. A desidratação pode causar lesões ou, no mínimo, tornar a experiência muito menos agradável.

Consuma apenas água de fontes testadas ou que tenha sido tratada por um ou mais dos métodos recomendados pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) . Esteja preparado para a queda de temperatura à noite, especialmente se estiver acampando nas montanhas ou em qualquer estação do ano que não seja o auge do verão. Leve sempre roupas em camadas e mantenha-as facilmente acessíveis. As extremidades são as primeiras a esfriar, então leve um gorro, luvas e meias quentes que não sejam de algodão, além da jaqueta e de uma segunda pele. Leve também uma muda de roupa térmica para usar como pijama, pois você não deve dormir com as roupas frias e suadas que usou durante o dia.

Não borrife repelente de insetos na sua barraca ou capa de chuva! Embora pareça o lugar mais lógico para aplicar, os produtos químicos presentes na maioria dos repelentes danificam o revestimento impermeável. Acredite, uma barraca com goteiras vai te causar tanto incômodo quanto algumas picadas de inseto. Compartilhe seus planos de viagem detalhados com um amigo ou familiar de confiança em casa. Eles precisam saber onde procurar por você caso algo dê errado e quando começar a se preocupar se você não retornar. Registre-se no acampamento ou parque onde você estiver hospedado ou fazendo trilha. Isso é útil para o parque manter registros e pode ser útil para você caso, por exemplo, se perca ou alguém precise entrar em contato.

Escolher o contrato preliminar de compra e venda do imóvel

Após chegar a um acordo com o comprador, é necessário assinar um contrato preliminar, que estabelece legalmente os compromissos e os termos da venda. Este contrato preliminar serve de prelúdio para a assinatura da escritura de compra e venda , geralmente agendada três meses depois, para dar tempo ao tabelião de realizar as verificações necessárias e ao comprador de obter financiamento, se necessário. Existem dois tipos diferentes de contratos preliminares: a promessa de compra e venda e o contrato de promessa de compra e venda .

Então, como vender seu apartamento ou casa e qual contrato preliminar é o mais indicado? Explicaremos tudo aqui. Como vender seu apartamento ou casa: O contrato preliminar de compra e venda Também chamado de promessa unilateral de venda (PUV), este contrato preliminar obriga o proprietário a reservar seu imóvel para um comprador específico por um período determinado por ambas as partes. Sujeito a condições precedentes, a promessa de venda exige que o potencial comprador pague um sinal no momento da assinatura do contrato, que pode chegar a até 10% do preço de venda do imóvel .

Venda de apartamento ou casa: Contrato preliminar de compra e venda O contrato preliminar de compra e venda , ou promessa bilateral de compra e venda (PSV, na sigla em inglês), é um compromisso mútuo que inclui um depósito de segurança por parte do comprador, que, no entanto, tem um prazo de desistência de dez dias a partir do recebimento do contrato. Este contrato preliminar confirma a futura assinatura da escritura de compra e venda, sujeita ao cumprimento das condições precedentes. apartamentos à venda em Bertioga SP

Quais são os benefícios de ser um corretor de imóveis?

As principais motivações para se tornar um corretor de imóveis geralmente incluem: • A flexibilidade para criar sua própria agenda • A possibilidade de controlar e aumentar sua renda ao longo do tempo • A chance de construir seu próprio negócio e marca • Oportunidades contínuas de crescimento pessoal e profissional • Causar um impacto significativo, ajudando pessoas a comprar e vender imóveis em sua comunidade Quando as pessoas perguntam:

“Quais são as vantagens de ser um corretor de imóveis?”, geralmente pensam em flexibilidade e renda, mas há muito mais do que isso. Os maiores benefícios de ser corretor de imóveis se manifestam na forma como você gerencia seu tempo, como aprimora suas habilidades e o impacto que gera em seus clientes e na comunidade. O mercado imobiliário não é para todos, mas se você é uma pessoa proativa e disposta a aprender sobre o negócio, aqui estão algumas das principais vantagens de ser um corretor de imóveis:

Flexibilidade de horário e independência: Um dos benefícios mais comentados de ser corretor de imóveis é a flexibilidade de horário. Você pode planejar seus dias em torno de visitas a imóveis, casas abertas, geração de leads e sua vida pessoal. Isso não significa que você trabalhará menos — significa que terá mais controle. Você pode trabalhar à noite e nos fins de semana, quando os clientes estiverem disponíveis, e tirar um dia de folga durante a semana.

Para quem quer uma pausa do horário comercial padrão, essa independência pode ser uma grande vantagem. É claro que a flexibilidade funciona melhor quando você é organizado. Uma base sólida em gestão de tempo, planejamento de negócios e comunicação com o cliente (habilidades que você pode desenvolver por meio da educação imobiliária online da VanEd ) pode ajudá-lo a usar essa independência com sabedoria, em vez de se sentir disperso. Valor de sala comercial para alugar piracicaba

Entreviste um agente imobiliário em 3 partes

A maioria dos corretores de imóveis com quem você conversar estará ansiosa para impressionar e conquistar seu negócio. Frequentemente, eles tomarão a iniciativa na conversa, destacando suas melhores qualidades. Isso, na verdade, joga a seu favor, pois eles acabam abordando muitos pontos importantes sem que você precise insistir ou questionar. Lembre-se, os agentes são vendedores natos e alguns podem se estender demais. Para manter a conversa eficiente, tente terminá-la com 15 minutos de duração. Esse tempo é suficiente para ter uma boa ideia de quem eles são sem se sentir sobrecarregado. Você pode manter a conversa focada – e dentro do tempo previsto – dividindo-a em três seções de cinco minutos:

Primeiro, você precisará dedicar cinco minutos para abordar os pontos básicos: quem, o quê e onde. Em seguida, reserve mais cinco minutos para entender a abordagem e o estilo deles. Como eles lidam com os desafios? O que os diferencia? Por fim, os últimos cinco minutos são para a logística e os próximos passos. Pense em cronogramas, documentação e o que acontece depois de dizer “sim” a eles. Uma placa de “vendido” em uma casa que o vendedor utilizou um corretor de imóveis.

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Abordando os pontos básicos para entrevistar um corretor de imóveis. O início da ligação é o melhor momento para se aprofundar no negócio do agente e no seu conhecimento da região. Você deve prestar atenção a sinais de experiência , conhecimento da área e volume de trabalho. “Você precisa ter certeza de que realmente entende quem é a pessoa que vai listar seu bem mais importante”, aconselha Batterman. “Pense bem: para a maioria de nós, nossas casas são as coisas mais caras que compramos na vida.”